A música e a saúde!

A música e a saúde!

       A música, arte suprema segundo Schopenhauer, tem a capacidade de melhorar muito a qualidade de vida das pessoas e, até, dos animais.

Há alguns anos, pesquisadores europeus perceberam que a música clássica melhorava a produção de leite e acalmava as vacas leiteiras durante a ordenha.

             A música apresenta a capacidade de estimular o centro de prazer do cérebro, pois causa a liberação da dopamina.  Com isso melhora o humor, previne a depressão e, consequentemente, reforça a imunidade da pessoa.

       Estudos mostram que a música também diminui a sensação de dor, ativa a memória, estimula o convívio social e a vontade de praticar exercícios físicos. O ritmo, associado ao prazer causado pela melodia, camufla a dor física e intensifica a satisfação nos exercícios realizados.

       Estudar música, como tocar piano, também desenvolve a coordenação motora e a utilização dos dois lados do cérebro.

       Pessoas que dedicam parte de seu tempo à música sentem-se menos entediadas e mais leves emocionalmente. Não é tolo o dito popular que diz: “quem canta seus males espanta”.

       Muitos profissionais da saúde estão fazendo da música um instrumento terapêutico. Há trabalhos em pediatria, geriatria, psicoterapia, etc.

       Ilustrando essas aplicações, citamos: a música pode ser usada como tratamento para a insônia; recém-nascidos que estão na UTI podem ter, aí, sua permanência diminuída quando submetidos à musicoterapia; entre muitas outras aplicações.

      Muito importante: lembrar que apesar da música ser muito boa para a saúde, ouvi-la muito alto – em grande volume – pode prejudicar a audição.

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