Como devemos proceder para sermos eloquentes e persuasivos?

Na Grécia antiga, saber se comunicar com clareza era algo extremamente incentivado e apreciado. Retórica é o nome dado à técnica/arte de falar bem; palavra derivada do grego “rhetorike”. O grande pensador grego Aristóteles chegou a escrever sobre isso. Muitas pessoas têm grande dificuldade para falar em público ou, até, para pessoas próximas. Isso se dá por uma série de causas. Timidez pode ser uma delas, mas não é, certamente, o motivo principal. Há outros bem mais importantes, que podem ser resolvidos pelo esforço e empenho pessoal. Um deles é a incompreensão ou pouco conhecimento da Língua; outro é a falta de treino em raciocínio lógico. Antigamente isso tudo era ensinado para o estudante numa tríade de Artes Liberais: A Retórica, A Lógica e A Gramática. Conforme se especializavam nesses assuntos, se tornavam mais eloquentes e mestres em Dialética – arte de debater assuntos e de persuadir. O conhecimento claro da Língua aumenta a capacidade mental do orador, pois lhe acresce recursos verbais, enriquecendo sua comunicação. Além do que já foi escrito acima, há a necessidade de que o orador tenha conhecimento e compreensão plenos do assunto a ser abordado. Acreditar na ideia que defende tornará o orador muito mais eficiente. Como curiosidade, vamos teorizar, levemente, o modo pelo qual podemos planejar um bom discurso. De um modo geral, a Retórica divide o discurso em cinco partes: • Invenção: o conjunto de todos os princípios a serem abordados, relacionados com o conteúdo; • Disposição: que deve corresponder à estrutura da forma do conteúdo; • Elocução: expressão do conteúdo de acordo com o estilo adequado ao tipo de assunto abordado; • Fixação: corresponde à memorização do assunto a ser abordado; • Ação: é a ação, propriamente dita, de falar, de proferir o discurso, expondo a ideia em questão. Aí estão algumas curiosidades sobre a arte e dedicação daqueles que gostam de uma perfeita comunicação.

A importância do sono

Dormir bem é indispensável para se manter a saúde física e mental estáveis. Nós, humanos, dormimos, aproximadamente, 1/3 de nossas vidas. Podemos dizer que um homem de 30 anos dormiu 10 anos! Por que precisamos dormir? Quando dormimos, relaxamos nosso corpo e cérebro, de um modo bem mais completo que no repouso. Não poderíamos conseguir esse relaxamento, sem dormir, mesmo que ficássemos sentado ou deitados, imóveis, por horas. Durante o sono há uma redução do metabolismo. Acalmamos e relaxamos o trabalho do nosso coração – diminuindo a frequência de suas contrações –, e assim, baixamos a pressão arterial. Dormindo, relaxamos profundamente nossos músculos, e descansamos. É, também, durante o sono que acontece um “reabastecimento” cerebral de neurotransmissores necessários para manter nossa capacidade de interagir, de concentração e de manter o humor. A necessidade de sono varia com a idade. Um bebê pode necessitar de até 20 horas de sono por dia. Para uma criança de 4 anos, umas 12 horas são o suficiente, uma criança de 10 anos precisa de cerca de 10 horas. Para o homem adulto, a média fica entre 7 e 9 horas de sono diárias, mas isso pode variar. O modo como nos sentimos ao nos levantar vai dizer se estamos dormindo o suficiente. Há distúrbios do sono onde a pessoa dorme demais ou não tem controle do sono, como a narcolepsia, que causa um sono “irresistível”, algumas vezes, até colocando a vida da pessoa em perigo. E distúrbios nos quais a pessoa tem dificuldade para dormir, como a insônia. Casos assim, certamente, necessitam de acompanhamento médico. Alguns conselhos para uma boa noite de sono: • Pratique exercícios, como caminhar e, se tiver disposição, exercícios mais intensos, compatíveis com seu estado de saúde; • Combata a obesidade e o sedentarismo; • Evite o consumo de bebidas estimulantes, como cafeína, entre outros, a partir do período da tarde; • Se é fumante, evite fumar à noite; • Evite bebidas alcoólicas, principalmente à noite, pois tiram o equilíbrio normal do cérebro; • Crie uma rotina de sono, com hora para deitar e para se levantar. Isso pode ajudar bastante.

A importância do uso do filtro solar

O verão está chegando, e isso aumenta a intensidade da luz do sol. Mesmo locais cobertos, quando abertos, com muitas janelas, ou artificialmente iluminados, não podem nos proteger da exposição aos raios ultravioleta. Os raios ultravioleta são originados no Sol, em lâmpadas de mercúrio e fluorescentes. São assim chamados por estarem num espectro radioativo acima da luz violeta, a última cor percebida pelo olho humano. Há vários tipos, mas os dois mais prejudiciais à pele humana, que conseguem chegar à superfície da terra, são o UV-A e o UV-B. Ambas as radiações são igualmente nocivas. A radiação ultravioleta A (UV-A) obrigou a indústria farmacêutica a dotar os filtros solares de PPD (Persistent Pigment Darkening); e a radiação ultravioleta B (UV-B), a obrigou a dotar os filtros solares de FPS (fator de proteção solar), que representa seu grau de proteção. A exposição constante a esses raios pode causar desde queimaduras até câncer de pele. Precisamos nos proteger. Roupas, como camisas de mangas compridas, calças e sapatos já são de grande valia, mas sobram, ainda, o pescoço, o colo, a face, as mãos e, para os calvos, o couro cabeludo. Um chapéu de aba pode ser muito útil, mas não pode ser usado o tempo todo. A tecnologia farmacêutica avançou tremendamente, inclusive no campo da indústria cosmética. A invenção do filtro solar acabou se tornando um meio de extrema importância para a preservação da saúde da pele. Como explicado acima, sofremos lesões tanto pelos UV-A quanto pelos UV-B, portanto o FPS – acima de 30 -, e o PPD, devem estar presentes no filtro solar a ser escolhido. Algumas coisas a saber sobre o filtro solar: • Retarda o envelhecimento; • Deve ser aplicado mesmo em dias sem sol ou em ambientes fechados; • Deve ser aplicado várias vezes ao dia; • A eficiência máxima do FPS é de 30; • Não são a prova d’água, e se diluem quando passados em pele molhada. Cuidem de sua pele!

Quando é a hora de reduzir o peso?

A obesidade pode ser definida como aumento da gordura corporal que se torna excessiva, causando sérios problemas à saúde. A pessoa obesa aumenta sua taxa de mortalidade devido a condições como: Hipertensão – O peso aumentado causa maior esforço cardíaco em todas as atividades do obeso, além de que o corpo obeso tem maior resistência vascular, isto é, dificulta o fluxo sanguíneo através dos vasos, causando aumento no trabalho do coração e, consequente, hipertensão arterial. Isso, inclusive, causa hipertrofia ventricular, que é o aumento do coração, considerado uma doença cardíaca. Apneia do sono, dificuldade em respirar quando dormindo. Diabetes do tipo 2, pela resistência que a gordura corporal causa ao trabalho da insulina. Quando ocorre a união da hipertensão com o diabetes há um aumento na possibilidade de infarto e de derrame. Os obesos podem, também, desenvolver depressão. As pessoas não gostam de ser obesas. Acabam por acentuar um estado desmotivador, de baixa autoestima. Quando é a hora de reduzir o peso? Certamente, quando passamos a apresentar alguns sintomas, como os citados acima, ou quando você está insatisfeito com sua aparência, mesmo quando não apresenta qualquer complicação decorrente do aumento de peso. Em qualquer dos casos, pode-se recorrer a um médico. Este fará uma avalição do seu estado de saúde e saberá o método mais adequado para o tratamento. O endocrinologista, utilizando instrumentos simples no consultório, poderá calcular sua massa corporal. Com essa informação, saberá se você está bem em relação à média para sua idade e compleição física. Não espere as coisas se agravarem, procure se cuidar o quanto antes. Nossa saúde não tem preço.

Astrobiologia

A astrobiologia, também conhecida como exobiologia, estuda a vida no universo, hipóteses para sua possibilidade, incluindo a vida na Terra cujo aparecimento ainda é assunto que intriga a ciência. A vida, como conhecemos, surgiu nas condições em que se apresenta nosso planeta. Estamos numa localização, em relação ao nosso Sol, que possibilita a água existir nos três estados, assim como temperatura amena, atmosfera relativamente densa, entre outros. Atividade vulcânica, marés e rotação estável – garantidas pelo equilíbrio proporcionado por nossa lua que, pela ação de sua força gravitacional, estabiliza a rotação da terra, mantém as marés não só dos oceanos, mas, também, do material que existe no interior da terra. Esse movimento causa atrito entre as partículas, gerando calor, o suficiente para manter o silicato derretido, originando o magma e o manto, de onde provem os vulcões -, além da concentração especifica de elementos químicos existentes em nosso planeta. Afinal, quem garante que temos, em nosso planeta, todos os elementos atômicos possíveis? Na determinação da vida em outras partes do universo, em planetas e orbes de condições diferentes das do nosso, precisamos de muita observação e, até, de criatividade. Afinal, nada impede a possibilidade de vida, baseada no silício ou em outro elemento abundante num outro planeta. Também, a vida pode depender de outra fonte de energia, que não a do sol. O estudo é, também, muito importante, na habilidade de determinar outros locais, fora da terra, passíveis de serem colonizados por nós. É um campo extremamente promissor. Vejamos agora alguns estudos que temos em andamento no momento: • Análise dos dados observados em Titã (lua de Saturno), pela sonda Cassini; • A pesquisa da formação dos chamados COHNs (elementos que sustentam a vida na terra – carbono, oxigênio, hidrogênio e nitrogênio), que podem ser os elementos mais comuns do universo e, dessa forma, teorizados, originar vida semelhante à nossa em outros locais do universo. • Identificação de biomoléculas no meio interestelar; • Etc. Há, ainda, muito o que aprender, mas não podemos negar o fascínio que esses questionamentos nos causam.

Alzheimer

Alzheimer é uma doença neuro-degenerativa que provoca queda progressiva da cognição, reduz a capacidade de trabalho, afeta o convívio social e muda totalmente o comportamento do doente, assim como sua personalidade. Tem início insidioso, isto é, aparece lentamente, e o paciente começa a perder a memória para fatos recentes, embora tenha, ainda, a capacidade de se lembrar detalhadamente de fatos antigos. Com a evolução, a doença de Alzheimer progride para a perda da capacidade de aprender, retira a concentração, a orientação, a compreensão dos fatos cotidianos e causa, até, o esquecimento da linguagem. A pessoa acaba se tornando inválida e totalmente dependente, inclusive para coisas muito básicas, como se cuidar e se alimentar. A pessoa vai perdendo o discernimento e não consegue mais avaliar o resultado e os efeitos de seus atos. A causa da doença é desconhecida, há estudos que sugerem um componente genético. Na maioria dos casos se inicia nas pessoas depois dos 60 anos e sua proporção dobra a cada 5 anos. O quadro da doença evolui, em média, por um período de 5 a 10 anos. O diagnóstico é importante para diferenciar o Alzheimer de outras doenças, tratáveis, que podem dar sintomas parecidos. A família deve ficar atenta, pois no início o paciente tem vergonha e tenta esconder os sintomas. Quando a família começar a perceber as alterações, citadas acima, deve ficar alerta. Há medicamentos, como a rivastigmina, a galantamina e o donepezil, que auxiliam, mas não impedem a evolução da doença, que não tem cura. Os medicamentos para a demência têm alguma utilidade, apenas no início. Se o doente se tornar agressivo, deverá ser tratado de modo específico para a forma clínica que está manifestando. Não há prevenção. Acredita-se que uma vida saudável e manter a mente ativa pode retardar o aparecimento do problema. Em estágios mais avançados, a pessoa precisa de vigilância por 24 horas, pois pode se envolver em perigos ou sair e não mais saber voltar para casa. Aprendam isso e, se identificarem alguém nesse quadro, procurem auxilio médico.

Júpiter, nosso maior vizinho

Como todos sabemos, estamos flutuando no espaço, girando ao redor do Sol, acompanhados por mais 7 planetas, um planetoide – Plutão -, asteroides, poeira e cometas! São inúmeros os objetos que dão forma ao nosso Sistema Solar. O Sol é uma estrela comum, pequena, quando comparada a muitas que conhecemos, mas é nossa fonte de vida e a base que sustenta todo o sistema. O Sol gira ao redor do centro de nossa galáxia, acompanhado por todos os seus orbes, em um período aproximado de 230 milhões de anos. O Sol está na ponta de um dos braços da Via Láctea, chamado Braço de Órion. Muito se tem a falar da maravilha que é isso tudo, mas hoje vou falar um pouco sobre Júpiter, o maior planeta de nosso sistema, cujo nome se originou do principal Deus do panteão greco-romano. Júpiter é tão grande que sua massa total é 2,5 vezes maior do que a massa de todos os outros planetas juntos. Não é sólido como a terra; é chamado de planeta gasoso. É o quinto planeta em distância do Sol, sendo os quatro anteriores os seguintes, respectivamente: Mercúrio, Vênus, nossa Terra e Marte. Nem todos os planetas de nosso sistema possuem luas: Mercúrio e Vênus não têm. A Terra tem uma, nossa lua; Marte tem duas, Júpiter tem, pelo menos, 67 luas – é que sempre há a possibilidade de se descobrir mais uma. Lua, também chamada de satélite, é definida como um corpo celeste sem luz própria, que gira ao redor de uma Planeta. As primeiras luas de Júpiter foram descobertas por um padre italiano chamado Galileu Galilei, em 1610. São elas: Ganimedes – a maior lua do sistema solar, maior até que o planeta Mercúrio -, Calisto, Io e Europa. A gravidade de Júpiter é mais de duas vezes e meia maior que a da Terra. Em Júpiter um homem de 70kg pesaria 165,4 Kg. Como está muito mais distante do Sol do que a Terra, seu ano dura cerca de 12 anos terrestres. Há momentos em que fica muito longe de nós, quando em oposição, e outros onde se aproxima bastante, quando do mesmo lado que nós, em relação ao Sol. Estamos, agora, num momento assim, onde o planeta nos aparece mais luminoso. De um modo geral é o quarto corpo celeste mais brilhante para nós – algumas vezes Marte pode brilhar mais que Júpiter. Em ordem de intensidade de brilho, estão: o Sol, a Lua, Vênus e depois Júpiter. Espero que tenham gostado dessas curiosidades sobre nosso Planetão vizinho.

Nictalopia

Também conhecida por cegueira noturna, é a dificuldade ou até a impossibilidade de enxergar em ambientes escuros. Muita gente tem esse problema. Ocorre por doenças do globo ocular, por condição genética ou déficit nutricional. Nossa retina, membrana interna do olho, sensível à luz, é composta por células chamadas cones e bastonetes, sendo o número dessas últimas, bem maior. Quando os bastonetes são acometidos por algum problema, diminui nossa capacidade de visão no escuro e nossa rapidez na adaptação a ambientes com muita luz. Na causa genética, há uma desordem funcional desses bastonetes, resultando na diminuição de sua funcionalidade. Há, também, outras doenças que podem causar a nictalopia, que deverão ser pesquisadas pelo oftalmologista. Ex: doença de Aguchi. Outra causa da nictalopia, nesse caso nutricional, se dá pela falta de vitamina A (retinol) na dieta. A vitamina A está presente em alimentos como óleos de peixes, fígado e laticínios. Nesse caso, o tratamento é simples. Basta o médico, após certeza diagnóstica, prescrever a vitamina A. Aí foi mais uma informação interessante sobre a saúde.

A liberdade religiosa

A religião é um direito fundamental da humanidade. Em algum momento de nossas vidas nos damos conta das questões fundamentais: quem sou eu, de onde vim e para onde irei? O direito humano à liberdade religiosa inclui seguir qualquer religião que se deseje, ou não seguir religião alguma. Também garante o direito de acreditar ou não em um Deus. Há momentos na vida de todos nós em que as coisas não saem muito bem, nos colocando numa situação de “falta de sentido para as coisas”, pois não sabemos para onde correr. Nesse momento, a maioria das pessoas se volta para algum tipo de crença ou de religião, enquanto outras preferem encontrar respostas na filosofia ou em algum outro modo mais tangível pela lógica e pela razão. A diversidade é a característica inerente ao Ser Humano e, diante disso, a causa das incontáveis crenças professadas pela humanidade, incluindo a descrença – que não deixa de ser uma crença. Diz a Declaração Universal dos Direitos Humanos: ”Todo o homem tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; esse direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular”. Infelizmente vivemos num mundo onde isso não acontece universalmente. Muitos homens e mulheres sofrem violência por não terem as mesmas opiniões da maioria. Vamos pensar sobre o significado da vida, sua natureza efêmera e na diferença de opinião que existe entre nós. Com essa reflexão poderemos compreender melhor a natureza humana e nos livrar de visões pequenas, passando a considerar o outro como um igual e, assim como nós, digno da felicidade que está procurando!

Mulheres, Atenção para as mamas!

A saúde é nosso bem mais precioso. Hoje temos muita informação e tecnologia favorecendo a manutenção do nosso bem-estar. Antigamente pouco se sabia a respeito de muitas doenças e, por isso, não éramos capazes de preveni-las ou de tratá-las. Algumas vezes nem de diagnosticá-las. Estamos no “Outubro Rosa”, momento dedicado à saúde da mulher. Vamos falar sobre a importância de se diagnosticar, precocemente, o câncer de mama. Esse é o tipo mais comum de câncer entre as mulheres, não só no Brasil, mas em todo o mundo. Quando não diagnosticado a tempo pode ser fatal, vindo a tirar a vida, inclusive, de mulheres jovens com filhos para cuidar. Como devem, então, as mulheres se proteger desse problema? Primeiro: deve-se considerar a possibilidade de ficar doente; algumas pessoas não consideram isso. Segundo: estar atenta para casos de câncer de mama entre parentes de primeiro grau. Isso aumenta a chance de se desenvolver a doença. Terceiro: estar sempre atenta às mudanças no aspecto externo e a sintomas que podem aparecer nas mamas. Se notar qualquer alteração, procurar imediatamente um médico. Quarto: consultar, regularmente, um médico ginecologista, principalmente se tiver mais de 35 anos. Muitas vezes o câncer de mama não apresenta sinais possíveis de serem detectados pela mulher, necessitando, assim, de um simples exame de rotina para seu diagnóstico – a mamografia. A maioria dos casos de câncer de mama tem início a partir dos 35 anos, mas pode ocorrer antes. As mulheres devem sempre estar atentas a qualquer sinal. O tratamento para tumores detectados no início de sua formação é muito eficiente, com um índice de cura bastante alto. Leiam esse artigo com atenção, aprendam e, se possível, comentem com as pessoas. O conhecimento disso é muito importante e pode salvar vidas.